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Um novo óculos para os mapas da realidade
por Marcelo Cardoso – originalmente publicado em 10/05/2012

Imagine que você dorme em um dia com uma visão de mundo e desperta no outro com um novo olhar para a realidade, mais amplo, mais abrangente e ampliando a sua compreensão.

Foi assim que me senti 11 anos atrás, quando depois de ler o capítulo da sombra do Espectro da Consciência, (o primeiro livro de Ken Wilber, escrito quando ele tinha 23 anos) e me encantar com o que tinha lido, fui procurar pelo autor na Internet e descobri a abordagem Integral.

Caminhos que pareciam rotas paralelas inconciliáveis transformaram-se em uma linda trama, sustentando minhas escolhas e a minha trajetória evolutiva.

Naquele momento como Presidente do Hopi Hari, depois de 10 anos de vários tipos de terapia e busca de um caminho espiritual sentia-me esgarçando e incoerente com minhas escolhas. Mesmo crendo, era difícil conciliar o trabalho emocional e a dimensão espiritual no trabalho que me exigia cada vez mais objetividade e pragmatismo.

“Todo mundo está certo, porém só parcialmente todas as visões precisam ser honradas e acolhidas”, esta foi uma das primeiras expressões de Ken Wilber e é tranquilizadora. Ele, depois de um longo período, como tantos outros na história da humanidade, buscou encontrar uma linha mestra que explicasse a realidade.

Em um elegante e robusto modelo, propõe os quadrantes, ou dimensões em que simultaneamente experimentamos a realidade. Ele encontra em várias tradições e filosofias deste olhar para os eventos que emergem e que chamamos realidade. Para exemplificar, Plato dizia que a uma fonte unitária manifesta-se pela beleza, bondade e verdade.

Entre a psicanálise, a filosofia, a economia, a sociologia, a antropologia e tantas outras disciplinas que nós desenvolvemos para nos relacionar com o mundo, existe um lugar que faz sentido para todas elas que Ken Wilber, propõe que emerge e se manifesta sempre nestas quatro perspectivas:

Individuais e coletivas em suas expressões subjetivas e objetivas, o que nos dá a possibilidade de incluir todas estas perspectivas.

Outro ponto fundamental da abordagem é a visão da evolução em ondas, todos os indivíduos e sistemas evoluem de patamares mais inconscientes e físicos, para expressões mais conscientes e sutis em um Universo em constante evolução desde o big bang.

Nós como seres humanos temos em nós todas as formas de vida que já habitaram o planeta, culturalmente em ciclos cada vez mais curtos a humanidade vem evoluindo e agora estamos diante da possibilidade da emergência de uma nova era em resposta aos desafios de nossa época.

Compreender a evolução desta forma contribui para sustentar e analisar uma sociedade que tem desde pessoas vivendo nas condições mais extremas até avanços tecnológicos que desafiam nossa capacidade de imaginação em suas aplicações para o futuro.

Estes são dois aspectos que considero relevantes da abordagem, ela porém começa a fazer mais sentido quando além de entender cognitivamente, incorporamos em nossa prática de vida.

Hoje, como homem me sinto mais forte e consciente, como executivo de uma grande empresa tornando-se multinacional, posso ampliar minha capacidade de compreensão e minha ação neste ambiente cada vez mais complexo e finalmente como brasileiro, sinto que estamos diante de uma oportunidade única em nossa história.

Temos uma janela de oportunidade de ser a nação que vai propor as bases para a emergência da nova sociedade. Somos um país “BELO” com pessoas abertas a buscar significado e transcendência em suas vidas, temos o potencial da “BONDADE” pois mais que diversos, somos misturados e nossa Biodiversidade pode ser o grande laboratório para o mundo relembrar da “VERDADE” de que vivemos todos interdependentes dentro de um mesmo Universo.