Neste artigo seminal, Ken Wilber narra como tudo começou para ele, fala de seus primeiros livros e de sua prática meditativa.


Odisseia – Uma investigação pessoal sobre Psicologia Humanística e Transpessoal
Por Ken Wilber​, 1982 | Tradução de Ari Raynsford

​No meu primeiro ano de faculdade (Duke), tive a oportunidade de me deparar com um livro bem pequeno cujas frases iniciais eram:​

O Caminho que pode ser verbalizado não é o Caminho eterno.
O nome que pode ser falado não é o nome eterno.
O Indizível é a origem do Céu e da Terra.
O Nomeado não é senão a mãe de dez mil coisas.
Em verdade, somente aquele que se livra para sempre do desejo pode ver as Essências Secretas;
Aquele que nunca se livrou do desejo somente pode ver as Consequências.
Essas duas coisas provêm da mesma Fonte; todavia são diferentes na forma.
Essa Fonte só pode ser chamada de Mistério,
A Porta entreaberta de onde emergem todas as essências secretas.
– Lao Tsé, Tao-te Ching

Eu nunca tinha sido exposto a tais ideias antes. Ou talvez devesse dizer, se em alguma ocasião vi tais palavras, elas não me impressionaram de modo algum. Até aquele ponto da minha vida estive totalmente envolvido pela ciência (física, química, biologia e matemática). Na minha adolescência fui bastante rebelde e criador de casos para ser considerado normal e saudável; todavia, minha primeira lembrança de satisfação intelectual foi comprar um livro de química aos dez anos e meus momentos mais felizes foram passados em vários laboratórios que montei em casa.

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